Senhor(a) Gestor(a)


Seja Bem vindo(a) ao 1º módulo da Capacitação em Gestão Tecnológica e Mídias no Contexto Escolar.

Neste módulo vamos abordar os aspectos envolvidos na gestão das tecnologias e mídias no contexto escolar visando potencializar o seu uso.

Vamos analisar e compreender conceitos fundamentais relacionados à temática e repensar o papel das tecnologias e mídias em várias instâncias do processo educacional.

Bom curso!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Capacitação Informática Instrumental - Metasys

Senhores(as) Diretores(as),
O Núcleo de Tecnologia Educacioanl convoca os servidores abaixo discriminados para a capacitação em Informática Instrumental - Metasys a ser realizado no período de 28/06/2010 a 02/07/2010 no horário vespertino de 14:00 as 18:00 na sede do NTE.
1ª turma de Informática Instrumental - Metasys
Servidores


EE. Dr. Mário Tourinho Heleonôra de O. Pimenta de Barros Lima
EE Clóvis Salgado Andréa Guedes Novais Toledo
E.E. Levi Durães Peres Joelma Crisóstomo Borges
EE Nereide de Carvalho Vânia Cristina dos Santos Castilho
E.E.Belvinda Ribeiro Cláudia Sheyla Cordeiro
EE de Ensino Médio(Maria Gorett) Maria das Dôres Araújo
EE Armênio Veloso Walquíria Maria Braga
EE Secundino Tavares Julieta de Cássia F. Fernandes
EE Ensino Médio (Pentáurea) Mirian Cordeiro Eleutério Caldeira
EE Francisco Sá (Juramento) Suely Pinheiro dos Santos
EE Dep. Esteves Rodrigues Rosemary Claret de Carvalho Faria
EE Zinha Prates Maria Marlúcia Almeida Mattos
EE DR Carlos Albuquerque Aline Pereira da Silva
EE Dona Quita Pereira Osana Aparecida Messias Costa
EE João de Freitas Neto Maria Eliane Mesquita Silva
EE Dr.Antônio Augusto Veloso Edlla Suzan dos Santos Rodrigues

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Prezados(as) Diretores(as)
Dando continuidade a nossa discussão sobre o "Papel do Gestor", solicitamos que assistam aos vídeos exivbidos pela TV Escola, propostos abaixo e que servirão de subsídios para a construção do nosso projeto tecnológico.


Vídeo Papel do Gestor Parte 1

http://www.youtube.com/watch?v=mEFUIgVZfQ4

Vídeo Papel do Gestor Parte 2

http://www.youtube.com/watch?v=Gcw5PxVjvY8&feature=related

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O SOM DA INCLUSÃO

Linguagem de sinais aproxima jovens surdos e ouvintes, colegas do curso de Gestão de Pequenas Empresas em Montes Claros

FONTE: http://www.telecursotec.org.br/noticias.php?id=137

No Centro Estadual de Educação Continuada (Cesec) de Montes Claros (MG), a qualificação para o mercado de trabalho não é a única conquista dos alunos do Telecurso TEC. A inclusão social e o respeito às diferenças deu contornos especiais à uma turma de Gestão de Pequenas Empresas, da qual participam três alunos com deficiência auditiva.

Egressos do Ensino Médio do Cesec, estes estudantes manifestaram interesse pela formação técnica e, durante as aulas, contam com a presença constante da fonoaudióloga e tradutora de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) Edina de Cássia Silva (no centro da foto, cercada por alunos surdos da instituição). Em parceria com a Orientadora de Aprendizagem Eliane Feitosa, ela estuda previamente o material didático do curso, pesquisa sobre os principais conceitos que precisará traduzir e, eventualmente, colabora com o planejamento das aulas.

“Nossa interação é constante, assim como a dos alunos surdos e ouvintes, acostumados a trabalhar em grupos mistos. Exibimos somente vídeos legendados e, quando necessário, a Edina traduz em sinais a explicação de conceitos que nem todos dominam”, conta Eliane. Foi o que aconteceu na aula sobre tributação. “Me chamou a atenção o fato dos alunos surdos não terem contato anterior com a palavra imposto”, revela.

Relatos como este fazem refletir sobre o abismo que ainda separa muitos deficientes auditivos dos direitos e deveres comuns a qualquer cidadão. Mas, no PEP EJA, prevalece a sensação de que as oportunidades e desafios do mundo profissional serão comuns a todos os que se formarem. O tratamento sem discriminação contribui para que a aluna Simone Alquimim pense assim.

“Como surda, acredito que o curso pode ajudar a desenvolver o plano de carreira do meu atual emprego. A concorrência é cruel e, se não buscar profissionalização, você é engolido pela exigência de hoje. A metodologia do Telecurso TEC me proporciona amadurecimento profissional de forma instantânea, sei que estou fazendo a diferença e que, ao concluí-lo, serei capaz de abrir meu próprio negocio”, aposta a aluna, ajudante de produção em uma fábrica de tecidos local.

Papel social

Para ajudar uma colega surda que ameaçava abandonar os estudos por dificuldades financeiras, os alunos ouvintes promoveram rifas e incentivaram a venda de doces e salgados no próprio Cesec. Motivados pela convivência com os jovens surdos, alguns foram além: matricularam-se em um curso de LIBRAS, oferecido aos sábados em outra escola estadual de Montes Claros.

“Me sinto gratificada por fazer parte dessa inclusão”, comemora a orientadora Eliane. “Também retomei o estudo de LIBRAS, agora em nível avançado. Gosto muito de trabalhar com o público surdo, pois vemos o quanto eles estão lutando pra minimizar as próprias dificuldades.”

A fonoaudióloga Edina, por sua vez, iniciou o contato com a língua natural das comunidades surdas de forma voluntária, trabalhando em uma igreja. A crença no papel social desta atividade fez com que ela buscasse várias certificações como intérprete educacional – profissional cuja função é assegurar o acesso dos surdos à educação em todos os níveis, intermediando a comunicação entre os usuários da língua de sinais e da língua oral, o português.

"A Lei Federal nº10436, de 24 de abril de 2002, mostra que o aluno surdo faz uso do português como segunda língua e, portanto, tem direito ao intérprete. Sua primeira língua é LIBRAS. Isto, porém, não o isenta de aprender o português", esclarece Edina.

Em paralelo, para que a valorização e o respeito ao surdo sejam efetivos, o intérprete precisa atuar junto aos professores e às comunidades escolar e familiar.
“Amo o que faço e procuro levar a todos informações sobre essa diversidade, construindo uma relação de cooperação e estimulando, por exemplo, a relação direta entre funcionários da escola e surdos. No Cesec, nos sentimos como uma família e isso facilita o desempenho do meu trabalho”, confirma Edina.

Redes Sociais e Educacionais

Fonte: http://www.telecursotec.org.br/noticias.php?id=133 em 10/05/2010

Em Montes Claros, blog do TEC na plataforma Ning é exemplo de colaboração entre alunos e professores

“A dúvida de um pode ser a de muitos”. Quantas vezes não ouvimos frases parecidas nos bancos escolares? Pois, em tempos de comunicação rápida e onipresente nos meios digitais, o incentivo à troca de experiências vale também para os professores.

Não sabe como abordar determinado tema com sua turma? Não consegue instalar o software educativo necessário ou encontrar um bom vídeo que ilustre a lição? Basta pedir a palavra em uma das comunidades, chats, fóruns, blogs ou redes sociais que você visita e a ajuda certamente virá.

O sonho de Lourdes Matos – Orientadora de Aprendizagem de Administração Empresarial em Montes Claros (MG), na foto – é que este potencial colaborativo extrapole os grupos de trabalho do PFC (Programa de Formação Continuada) do Telecurso TEC mineiro. E que mobilize professores de todo o país em torno de uma causa essencial: diminuir a exclusão digital e o abismo tecnológico que separam muitos deles de seus alunos.

“Ning, Orkut, Facebook, todas as redes de aprendizagem podem ser customizadas a serviço da educação. O problema é quando o professor não domina este universo no mesmo grau que a turma. Com medo de perder a autonomia, ele inibe as iniciativas digitais e acaba excluído”, avalia Lourdes, que também atua como multiplicadora do NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional) do Proinfo.

No caso do Cesec (Centro Estadual de Educação Continuada) de Montes Claros, a ausência de um laboratório de informática constituiu a primeira barreira para que a OA abrisse um canal efetivo de colaboração.

Apesar do acesso relativamente fácil dos alunos do Telecurso TEC a lan houses e telecentros comunitários de informática havia, ainda, o desafio de alfabetizá-los digitalmente. Foi o primeiro passo de Lourdes antes de envolver os estudantes na ampliação do blog da escola, criado por ela na rede Ning.

“No começo, só um aluno meu sabia mexer no computador. Consegui horário para capacitá-los no laboratório da NTE, destinado a professores, e comecei um processo longo de sensibilização”, ela recorda. Em grupos de quatro a seis pessoas, eles aprenderam noções básicas de navegação, abriram e-mails pessoais e, pouco a pouco, vêm mudando a cara do blog do Cesec.

“Lancei o site em abril e todos da direção e biblioteca, além dos docentes, se cadastraram. O blog era doméstico, com anúncios de aniversários e calendários de reuniões, somente. Agora, com a adesão dos alunos, teremos um ambiente colaborativo de fato”, anseia Lourdes.

Desenvoltura on-line

As primeiras dinâmicas envolvendo pesquisas de temas predefinidos e postagens espontâneas no site tiveram saldo positivo. Apesar das deficiências gramaticais – que motivaram um trabalho conjunto com a professora de Português –, a OA relata que os alunos do TEC demonstraram uma surpreendente capacidade crítica.

“Em um post sobre as maiores riquezas do planeta, a discussão foi do plano administrativo ao filosófico. Há turmas de graduação que não conseguem ter tanta desenvoltura em fóruns não presenciais”, elogia Lourdes, ex-tutora de cursos universitários na modalidade a distância.

Experiências individuais também estão fazendo a diferença nesta interação.

“Nosso livro citava um documento sobre as dificuldades da abertura de empresas no Brasil. Achei o texto na web e postei-o no blog, mesmo sabendo que era bastante técnico”, exemplifica a professora. “Não imaginava que um dos alunos tivesse tanta vivência profissional na área. Ele traçou um paralelo do que leu com a implantação da filial onde trabalha, o tema cresceu e voltou à sala de aula”, conta.

A desenvoltura no mundo digital tem tudo para facilitar a inserção dos estudantes no mercado de trabalho local. Depois do susto de serem dispensados de vagas de estágio por falta de conhecimentos em informática, alguns alunos se organizaram: apertaram o orçamento para comprar um computador ou matricular-se em escolas de informática especializadas. Agora que já surfam na maré digital, podem usar o Balcão de Oportunidades do novo blog para divulgar e receber vagas de emprego e trocar dicas de carreira.

Cada rede, uma dinâmica

Para os docentes, a chegada do TEC e a construção do blog simbolizam o amadurecimento da cultura tecnológica, que era bastante tímida. Nos últimos meses, a escola comprou um datashow, as aulas de núcleo comum estão mais multimídia e levar o notebook para a sala de aula tornou-se um hábito.

São as iniciativas básicas, afinal, para que os educadores garantam presença onde seu aluno já está. Lourdes é usuária assídua de serviços de mensagem instantânea, tem perfis em redes sociais como Orkut, Facebook, hi5 e Sonico e garante: em todas elas, esbarra-se com pelo menos um aluno do TEC.

“É preciso conhecer as características de cada uma para entender se há um aproveitamento educacional. A graça do Twitter, por exemplo, está nas respostas curtas e rápidas a partir do tópico disparado, exigindo acesso contínuo à web, que nossos alunos não têm”, pondera.

Já o Ning é a sugestão da professora para quem, mesmo sem muita experiência, deseja fazer bonito no mundo digital.

“Ele é fácil de mexer e permite a criação de uma rede personalizada. É mais dinâmico que um site comum, oferece a pronta resposta típica dos blogs e traz o apelo visual das comunidades, pois cada membro cria o seu perfil, posta enquetes, vídeos e textos”, ensina Lourdes.

3º Módulo de Capacitação de Gestores - PRESENCIAL

Senhores Diretores,

Em virtude da reunião que acontecerá na quarta feira dia 23/06/2010 entre Diretores Escolares e Ministério Público, a nossa capacitação foi antecipada para o dia 21/06/2010.

Aguardamos todos vocês.

domingo, 13 de junho de 2010

Entrega Diagnóstico Tecnológico

Prezados(as) Diretores(as),

Esta semana está destinado no calendário da nossa capacitação, o envio do diagnóstico tecnológico realizado no interior de cada escola. Os gestores junto com os demais segmentos, deverão preparar o diagnóstico contextualizando como as tecnologias são processadas nas diferentes atividades administrativa e pedagógica, bem como citando as contribuições das TIC na gestão e no cotidiano escolar.

Depois de ter feito este estudo sistêmico, apontar caso ocorra, a subutilização dos recursos e indicar, se possível, as possibilidades de uso das TIC na escola.

A realização dessa atividade possibilitará a oportunidade de reflexão e discussão com a comunidade escolar, sobre a importância dos recursos tecnológicos, os prós e os contras do computador na educação e a importância de adoção de um modelo de gerência tecnológica.

Lembro a todos os diretores que além do diagnóstico, não deixem de elaborar um documento final mostrando o contexto tecnológico que a sua escola apresenta, para que possamos no momento presencial socializar as experiências.

Aguardo a contribuição de todos.
Att
Maria de Lourdes Matos
Técnica Pedagógica